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quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Almeida Santos e a sua maldade e desumanidade

A propósito da criminosas medidas ontem anunciadas pelo Governo PS, Almeida Santos declarou, na mais despudorada, desumana, e repugnante lata, que os sacrifícios não são insuportáveis. Não serão certamente para ele, que não sabe o que é ter de viver como os tais 628 euro mensais que o Governo que ele apoia acha que é suficiente para não dar abono de família. Não serão certamente para ele, que não ganha 500 euro mensais e certamente nunca gastou apenas isto nem por uma semana quanto mais num longo mês inteiro. Não serão certamente para ele que não sabe o que é ter de viver com menos de 500 euro por mês que não chega para alimentar os filhos durante o mês inteiro!
Mas nem a idade desculpa Almeida Santos! As suas declarações apenas demonstram a sua maldade e desumanidade!

As hipócritas insónias de Teixeira dos Santos

O ministro pau mandado dos bancos, Teixeira dos Santos, disse hoje que tomar as medidas que anunciou ontem o deixou a dormir mal antes de as tomar, mas que se não tomasse deixaria de dormir (isto porque se não as tomasse provavelmente Ricardo Salgado passaria a lhe ligar todas as noites, mas já é "há sempre alguém" a especular, porque isso o ministro não disse o motivo).
Mas presume-se que agora que anunciou as ditas medidas, o Sr. Ministro, Pau mandado dos bancos, passe a dormir como um anjinho depois de provocar noites de insónia a milhares e milhares de portugueses!

Austeridade - As medidas criminosas do Governo PS/ Sócrates

Ontem, pela hora de jantar, talvez com o objectivo de provocar uma indigestão a alguns portugueses, o primeiro-ministro José Sócrates e o Ministro, pau mandado da banca e dos grandes grupos económicos, Teixeira dos Santos, anunciaram ao país as suas medidas para resolver o problema de endividamento do país (leia-se da banca e dos grandes grupos económicos).
E anunciaram, tal qual dois cães de fila que são mandados sentar pelo dono, as medidas que a banca e os grandes grupos económicos os mandaram anunciar: - redução de salários (3,5 a 10%), aumento de impostos (2% no IVA e com a diminuição dos benefícios fiscais,mais alguma coisa no IRS), redução e anulação de apoios sociais a famílias mais desprotegidas, etc, etc.
Pseudo-comentadores de economia pagos pelos bancos a peso de oiro, lá vêm dizendo como os chefes lhe mandam que isto tem de ser! a bem do país! que é necessário! e outras frases estudadas e repetidas até à exaustão para tentarem convencer os outros e talvez se convencerem a si próprios que é mesmo por isso e não para satisfazer a vontade de gula e avareza dos donos de bancos e grandes empresas para manterem os seus obscenos milhões de lucros mensais.
As medidas concretas são um violento e nojento ataque aos trabalhadores, aqueles que mais dificuldades económicas têm. Chegam ao ponto, despudorado, desumano e mesmo criminoso de retirar o abono de família a que recebe 628,00 de salário (será que algum deles sabe o que é 628,00 para viver e alimentar os filhos durante um longo e penoso mês?????).
Este é o maior e mais violento e mais criminosos ataque aos direitos dos trabalhadores e do povo português dos últimos séculos!!!
O caminho não é este! Existe outro - um caminho de ruptura com estas políticas ao serviço dos grandes grupos económicos avarentos, gananciosos e criminosos!
Está na hora de as pessoas dizerem já chegam!!!!!!!!!!!!! Não avançam mais!!!!!!!!!

sábado, 18 de setembro de 2010

"Pra Não Dizer Que Não Falei das Flores"

"Caminhando e cantando
E seguindo a canção
Somos todos iguais
Braços dados ou não
Nas escolas, nas ruas
Campos, construções
Caminhando e cantando
E seguindo a canção...

Vem, vamos embora
Que esperar não é saber
Quem sabe faz a hora
Não espera acontecer...(2x)

Pelos campos há fome
Em grandes plantações
Pelas ruas marchando
Indecisos cordões
Ainda fazem da flor
Seu mais forte refrão
E acreditam nas flores
Vencendo o canhão...

Vem, vamos embora
Que esperar não é saber
Quem sabe faz a hora
Não espera acontecer...(2x)

Há soldados armados
Amados ou não
Quase todos perdidos
De armas na mão
Nos quartéis lhes ensinam
Uma antiga lição:
De morrer pela pátria
E viver sem razão...

Vem, vamos embora
Que esperar não é saber
Quem sabe faz a hora
Não espera acontecer...(2x)

Nas escolas, nas ruas
Campos, construções
Somos todos soldados
Armados ou não
Caminhando e cantando
E seguindo a canção
Somos todos iguais
Braços dados ou não...

Os amores na mente
As flores no chão
A certeza na frente
A história na mão
Caminhando e cantando
E seguindo a canção
Aprendendo e ensinando
Uma nova lição...

Vem, vamos embora
Que esperar não é saber
Quem sabe faz a hora
Não espera acontecer...(4x)"

Geraldo Vandré

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